Corre o tempo e, dentro de poucos dias, teremos definidos os
candidatos aos respectivos cargos políticos para o município de Varginha. As
coligações estão em plenas articulações e avançam em direção de diversos nomes,
para se fazer a melhor escolha. Quem serão os candidatos a prefeito? E aí vem a
outra pergunta: Quem serão os candidatos a vice?
É um questionamento, que pelo lado do atual poder, deve
deixar muita gente arrancando os cabelos. Nos três períodos do governo petista
em Varginha, dois vices passaram a ser um problema e não uma solução, mesmo as
escolhas tendo sido as melhores e decisivas nos resultados das urnas. Os dois candidatos escolhidos foram um fator
preponderante, pois vieram de outros partidos políticos, para preencher uma
lacuna que existia no PT.
Será que a estratégia, do partido dos trabalhadores, pensa em
disputar as eleições sozinha? Ou irá procurar em outras agremiações novamente
um nome para vice, não alinhado com o partido e que irá com o correr do tempo,
como já registrado anteriormente, passar pelos mesmos desconfortos a partir do
momento que começarem a ser fritados.
Sabemos que no PT local não existem lideranças e sim um bloco
de XIITAS, que domina a administração e não tolera estranhos em seu ninho. Fazendo
do governo municipal uma causa própria, como se fosse apenas “por eles, com
eles e PARA eles”.
Desconhecemos também lideranças do partido em nossa cidade
que exerçam atividades que possam promover o desenvolvimento da cidade. Antes
isso! Pior se tivéssemos expoentes como os “Delúbios”, José Dirceu, Genuíno,
Palocci, dentre outros bons de bola e mais os que não param de sair conforme os
noticiários diários.
Ser candidato a prefeito não é fácil. Principalmente, no caso
do PT em Varginha que tem somente dois candidatos em evidência. Nestas
eleições, temos que repensar Varginha: o que tem sido feito em um dos maiores
município de Minas, em arrecadação – R$ 1 milhão por dia, conforme proposta
orçamentária para o ano.
Os problemas se acumulam, as reclamações são constantes em
todos os setores. Propostas de projetos não realizados, falta de entrosamento
para a criação de novas oportunidades de trabalho. Diversas obras importantes
inacabadas, inclusive com recursos federal e estadual, causando grandes
prejuízos aos cofres públicos. Sem falar no completo abandono das escolas dos “Caiques”,
colégio Polivalente e total descaso na estrutura urbanística da cidade. Além
disso, para concluir, nem UM velório foi construído.
Vamos aguardar mais um pouco, e ver se mais um vice nasce
morto!
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